“Mesmo tendo buscado  todas as provas possíveis de serem realizadas, não se chegou a comprovação da prática de crime, razão pela qual o MPSC se manifestou e o Judiciário determinou a absolvição do réu.”

A afirmação acima é do promotor de Justiça Thiago Carriço de Oliveira, responsável pela manifestação na ação penal que apurou a suposta prática de estupro de vulnerável dentro de um beach club de Jurerê Internacional em dezembro de 2018.

Denunciado pelo crime, o empresário André de Camargo Aranha foi absolvido no último dia 9, em sentença proferida pelo juízo da 3ª Vara Criminal da Capital, após o representante do MPSC se manifestar pela improcedência da denúncia e a consequente absolvição do réu ante a ausência de provas.

Em nota divulgada pela assessoria do órgão nesta segunda-feira (14), o promotor acrescenta:

“O Ministério Público combate de forma rigorosa a prática de atos de violência ou abuso sexual. Neste sentido, ofereceu denúncia criminal em busca da formação de elementos de prova em prol da verdade deste caso. Diversas testemunhas foram ouvidas, tendo sido examinado todo material apreendido na casa do acusado, como aparelhos de celular, tablets, computadores, sendo realizadas também perícias, exames de DNA, exames toxicológicos e filmagens em ambientes públicos e privados. Todos esses elementos foram colhidos durante a investigação policial e também requeridos pela Promotoria de Justiça após o recebimento do inquérito policial.”

A notícia da sentença absolvendo o empresário repercutiu nacionalmente e provocou centenas de milhares de manifestações nas redes sociais desde a última quarta-feira (9), quando foi divulgada.

No último fim de semana o Portal JusCatarina publicou, com exclusividade, matéria explicando os motivos que levaram à absolvição de Aranha. Leia a matéria NESTE LINK

 

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