Já na quarta tiragem, com milhares de leitores no Brasil e no exterior, recebemos um exemplar de cortesia do premiado romance De Quando Éramos Iguais, do catarinense Eduardo Sens.

O romance conta a história de um promotor de justiça conservador (“com uma estante cheia de prêmios que não mereci”) que num dos últimos júris de sua carreira se depara com o amigo de infância Tainho no banco dos réus. Os dois haviam perdido contato há mais de 30 anos. Não era caso de suspeição, portanto. Atordoado com o fato, o promotor decide seguir no júri. A presença do amigo de infância naquela situação leva o protagonista a relembrar fatos que marcaram o seu passado, dentre eles uma acusação injusta relacionada à morte do zelador da escola.

No fundo, o livro debate com o leitor os dilemas clássicos da filosofia e criminologia, tais como o etiquetamento, a meritocracia e os fundamentos de um júri, num texto ágil e inspirador. A edição primorosa, conta com papel especial pólen bold e ficou a cargo da Editora Penalux.

Disponível para venda na Amazon [https://www.amazon.com.br/dp/8558335060] e no site da editora, o livro de 140 páginas inaugura um estilo inovador. A leitura flui ágil e palpitante nos capítulos curtos e intensos.

O escritor Enéas Athanásio recomenda a obra: “Um livro primoroso. Não me recordo de ter visto nada semelhante”.

Para Ingra Argenta, foi uma “leitura de sensações”. “Em momentos, fui Tainho, fui colega de escola, fui amiga de infância; noutros, fui jurada, família e promotora de justiça”, diz a advogada rememorando os diversos personagens do livro.

Mas não é apenas o leitor com formação jurídica que se encanta. Cleidi Bertan, professora, confidenciou no Instagram: “Não sei se chorava pela história ou por já ser a última página”. Também professora, Queila Stein concluiu a leitura e afirmou que o livro é “arrebatador, reflexivo e extremamente humano”. E Marcelo Labes, poeta e escritor, publicou nas redes sociais: “terminei assim, com os olhos com lágrimas, um arrepio que demora a passar”.

O livro venceu o Prêmio Literário da Oito e Meio, no Rio de Janeiro, em 2018.

Confira outros comentários:

“Uma obra ímpar que nos faz mergulhar nos abismos da nossa estrutura social, tão desigual e incompleta. O romance nos mostra o quanto devemos nos manter íntegros diante de situações conflituosas e nos revela que a inocência da infância nos mantém num olhar sem divisão” (Alexandra Vieira de Almeida, doutora em Literatura Comparada pela UERJ).

“Eduardo Sens investe na construção de personagens consistentes, repletos de qualidades contrastantes que os tornam críveis e humanos, além de conduzir com mão firme os constantes retrocessos e avanços temporais que não apenas tornam a história mais dinâmica como trazem tudo aquilo que é fundamental para compreender tais personagens. Eis aí um belo livro.” (André Timm, escritor, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2017).

“Acabei de ler o livro e estou taquicárdica com o final. Achei incrível! Me dá vontade de ir lá e abraçar o Tainho criança. A tua sensibilidade, a capacidade de sutilmente escancarar a questão das diferenças sociais e como isso pode determinar os caminhos da vida foi muito legal. É uma leitura que muita gente não consegue fazer da vida real. E é lindo ver a ficção jogar luz sobre essa questão de forma tão lúcida!” (Francine Bagnati, do Blog Lá de Casa).

“Fazia muito tempo que eu não sentia tanta emoção ao ler um livro. Simplesmente maravilhoso. Eu ainda continuo naquele tribunal do júri. E acho que vou levar muito tempo pedindo perdão ao Tainho (Aristeu Xenofontes Lenzi, promotor de Justiça).

“Uma história sem heróis, mas cheia de vítimas. Simplesmente humana. Comovente (Maria Rosa Loula, procuradora federal)

“Estou emocionado com a sensibilidade do livro. Precisamos de livros como este em todos os cantos do país” (Lucas Ramos de Siqueira, psicólogo)

“Uma narrativa plena da sensibilidade perdida em tempos hipermodernos” (Klaus Raupp, advogado)

“Terminei de ler e só me restou um belo nó na garganta” (Amanda Ariston, advogada)

“Uma obra primorosa. Retrata as angústias e incertezas que permeiam o julgamento humano” (Bianca Fernandes Figueiredo, juíza)

“Terminei com uma impressão de Dom Casmurro. Com aquela dúvida: será real ou não? Aconteceu ou não?” (Stephani Steffens, advogada)

“Um romance fascinante. Um escritor para colocarmos na galeria dos grandes mestres da língua portuguesa” (Neri Gonçalves de Paula, dramaturgo)