O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizam nos próximos dias 5 e 6 de setembro, a partir das 10h, no auditório do Tribunal Pleno, em Florianópolis, o evento “História da Justiça e Museus Judiciários”. O objetivo é promover o intercâmbio de experiências entre os museus e os centros de memória vinculados ao Poder Judiciário em todo o país, planejando ações voltadas à preservação e ao compartilhamento da história desse poder da República.

Serão 14 palestrantes, com destaque para o presidente da Sociedade Peruana de História, Fernán Altuve-Febres Lores, o filósofo e escritor Luiz Felipe Pondé e o jornalista e escritor Eduardo Bueno, o Peninha. Para o juiz catarinense e conselheiro do CNJ Márcio Schiefler Fontes, os museus e os centros de memória são espaços de transmissão de conhecimento por meio da preservação da história.

“O Conselho Nacional de Justiça saúda a realização deste importante evento, para o qual concorreu, em todas as suas  três vertentes: valorizar a história do Brasil pela Justiça, reconhecer esses museus como portais entre os tribunais e a sociedade e fomentar a pesquisa das fontes judiciárias”, disse o magistrado.

O advogado e historiador Fernán Altuve-Febres Lores, catedrático de história do direito da Universidade de Lima, abre o ciclo de palestras citando casos de justiça e violência no Peru (1828), no Brasil (1897) e no México (1929). O diretor doMuseu da República, Mário Chagas, vai destacar a responsabilidade social dos museus judiciários.

Já o filósofo e escritor Luiz Felipe Pondé falará sobre o impacto das mídias sociais na política e no comportamento. O ciclo de palestras encerra com o jornalista Eduardo Bueno, que aborda “Ditadura e revolução: caminhos e descaminhos do Brasil dentro e fora dos museus”.

A programação completa do evento encontra-se no link abaixo:
https://bit.ly/2lYdnpj